Boa participação no comício em Vieira de Leiria. Foto de Paulete MatosEm mais um Comício do Bloco de Esquerda, na Praia de Vieira de Leiria (Marinha Grande), o cabeça de lista do Bloco pelo Círculo Eleitoral de Leiria, Heitor de Sousa, destacou alguns dos maiores problemas do distrito, começando pela ausência de tratamento dos efluentes suinícolas. "Se há exemplo neste país de incompetência governativa e falta de vontade política, a nível nacional, regional ou local para atacar a sério este problema, é a resolução do enorme passivo ambiental" afirmou. Vê as fotos.

Heitor de Sousa, salientou ainda o problema do emprego, referindo-se ao encerramento de 84 empresas no distrito que atiraram para o desemprego mais de mil homens e mulheres.

O coordenador da comissão política do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, criticou a entrega de gestão dos hospitais públicos a grupos privados, acusando o Governo de não ter critério na política de saúde.

No comício, Francisco Louçã renovou as críticas ao sector bancário, à privatização das Estradas de Portugal, ao negócio do Porto de Lisboa, ao governo PS e á presidente do PSD, acusando-a de ter desvalorizado a crise.

Francisco Louçã, desafiou ainda os outros partidos a apresentarem as propostas para o país, como o Bloco já fez ... " a política social, o combate á pobreza, o combate ao desemprego" têm de ser "prioridades", afirmou.

A abrir o Comício, Vítor Neves, candidato à Junta de Freguesia de Vieira de Leiria, salientou os principais problemas da freguesia, apelando á participação e ao diálogo de todos os Vieirenses e Marinhenses.

Por sua vez, Amândio Fernandes, candidato à Câmara Municipal, afirmou: "o Bloco de Esquerda não tem neste concelho nenhuma candidatura personalizada, eu sou simplesmente o primeiro de uma lista de homens e mulheres que acreditam e desafiam algo diferente..."

"O que se passou na Marinha Grande, nos últimos 35 anos, salvo raras e merecidas excepções, é mau de mais para ser verdade. Tem que se mudar a relação da população com os órgãos autárquicos, têm que nos ouvir, têm que saber que se espera tempo demais nos departamentos da Câmara, há pessoas à espera de uma audiência há vários meses. As mulheres e homens da Marinha Grande, têm que poder dizer o que pensam e têm que poder contar os seus problemas, quer na Câmara quer na Assembleia Municipal... Quem ao longo dos tempos acompanha as Assembleias Municipais da Marinha Grande sabe bem do que falamos..." concluiu Amândio Fernandes.

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