Marisa Matias encabeça a lista do Bloco às Europeias. Foto Paulete Matos.O Bloco de Esquerda apresenta uma lista totalmente paritária, suplantando largamente as exigências legais nesse sentido, e aberta a nomes de fora do partido. Metade dos candidatos (10) são mulheres, o mesmo acontecendo com a presença de independentes na lista (10).

1. Marisa Matias. Nasceu em 1976. Doutorada em sociologia com trabalho na área do ambiente e da saúde pública. Investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e deputada europeia do Bloco de Esquerda desde 2009.

Aprovou a estratégia europeia de combate ao Alzheimer e outras demências, a primeira resolução parlamentar sobre combate à diabetes e uma diretiva-quadro sobre medicamentos falsificados. Foi a segunda vez, desde 1987, que um eurodeputado português aprovou uma diretiva-quadro, a qual é obrigatoriamente transposta para legislação em todos os países da União.  Eurodeputada do ano para a área da Saúde, em 2011, a primeira e única vez que um eurodeputado de qualquer país fora dos dois maiores grupos políticos mereceu tal distinção. Foi a autora do único relatório crítico da atuação do BCE a propósito da crise financeira e do euro. Acompanhou toda a legislação na área da investigação, tendo sido relatora do Quadro Estratégico de Financiamento e do regulamento da Agenda Estratégica para a Inovação.

Esteve no primeiro grupo de observadores internacionais que entraram em Gaza depois do bloqueio israelita, em Janeiro de 2010, na fronteira entre o Líbano e a Síria a receber os refugiados da guerra civil neste país. Esteve ao lado dos trabalhadores portugueses no Luxemburgo, quando estes receberam ordem de expulsão, contribuindo para o desfecho positivo deste caso. .

2. João Lavinha. Nasceu em Sintra (1949). Investigador na área de biologia molecular humana. Foi diretor do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (2000-2004. Desenvolveu atividades de investigação em universidades de Glasgow, Cagliari e Londres. Membro do board da European Society of Human Genetics (1997-2002) e presidente da Sociedade Portuguesa de Genética Humana em 2005. Fez parte da delegação portuguesa aos 6º e 7º Programas-Quadro de I&D da UE no domínio das ciências da saúde.

3. Cláudio Torres. Nasceu em 1939. Arqueólogo. Fundador e director do Campo Arqueológico de Mértola. Prémio Pessoa em 1991. Fundador e director da revista “Arqueologia Medieval”. Doutor “honoris causa” pela Universidade de Évora (2001).

4. Helena Figueiredo. Nasceu em 1954. Fez a licenciatura na Faculdade de Direito de Lisboa. Trabalhou na Administração Pública como técnica e dirigente. Desde 2002 reside em Évora e trabalha na Direção Regional da Agricultura e Pescas do Alentejo onde chefia o gabinete jurídico e de auditoria interna.

5. João Teixeira Lopes. Nasceu em 1969. Professor Catedrático do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É Vice Presidente da Associação Portuguesa de Sociologia. É dirigente do Bloco de Esquerda e foi deputado à Assembleia da República pelo Círculo Eleitoral do Porto.

6. Shahd Wadi. Luso palestiniana, nasceu no Egipto. Em 2010 escreveu a primeira tese em Estudos Feministas feita em Portugal: «Feminismos dos corpos ocupados: As mulheres palestinianas entre duas resistências» pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

7. Manuel Carlos Silva. Professor catedrático na área disciplinar de Sociologia no Departamento de Sociologia, Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho. Em 1998 foi-lhe atribuído o Prémio Sedas Nunes.

8. Mariana Avelãs. Tradutora. Estudou na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e na University of Ulster, na Irlanda do Norte. Ativista da Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública (IAC) e promotora do Manifesto 3D.

9. Márcia Silva. Nasceu em 1984. Enfermeira do Hospital Beatriz Ângelo em Loures. É uma das ativistas da luta dos enfermeiros a falsos recibos verdes da Linha Saúde 24.

10. António Chora. Coordenador da Comissão de Trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa. Deputado municipal no concelho da Moita.  É dirigente do Bloco de Esquerda e foi deputado à Assembleia da República pelo Círculo Eleitoral de Setúbal.

11. Lúcia Arruda. Jurista. Trabalhou  no Centro de Apoio ao Imigrante, na Associação ARRISCA – Associação Regional de Reabilitação e Integração Sócio Cultural dos Açores e na REDE de Apoio Integrado à Mulher em Risco. Partilha com Paulo Mendes a coordenação do Bloco de Esquerda nos Açores.

12. Luísa Cabral. Bibliotecária aposentada da função pública. Ativista dos movimentos de reformados.

13. Rodrigo Trancoso. Professor na Região Autónoma da Madeira. É dirigente regional e autarca do Bloco, eleito nas listas da coligação Mudança.

14. Francisco Alves. Dirigente Sindical. Membro da Coordenadora Nacional do Trabalho e da Comissão de Direitos do Bloco de Esquerda.

15. Inês Tavares. Dirigente da Associação de Estudantes do ISCTE. Ativista do "Que se lixe a troika". Membro da Coordenadora de Estudantes do Bloco de Esquerda.

16. Jorge Falcato. Ativista do movimento (d)Eficientes Indignados. Estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. É arquiteto na Câmara Municipal de Lisboa.

17. Jorge Silva. Aderente do Bloco Democrático de Angola e dirigente da Associação Solidariedade Imigrante.

18. Fabíola Cardoso. Professora. Ativista LGBT, envolveu-se na defesa da aprovação da lei da coadoção.

19. José Goulão. Jornalista. Trabalhou na Capital, no Diário, no Semanário Económico e foi diretor da revista Vida Mundial. É especialista em política internacional, nomeadamente nas questões do Médio Oriente.

20. Rui Cortes.  Professor Catedrático na UTAD, presidente do conselho científico da Escola de Ciências Agrárias e Veterinárias da UTAD, e membro do Conselho Nacional da Água. Especialista em questões ambientais.

21. Sofia Amaro. Jornalista e escritora a residir em Bruxelas, ativista dos direitos dos emigrantes portugueses na Europa.

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