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quinta, 07 maio 2009 18:27

"Câmara de Lisboa não pode ser de ámen ao governo"

Luís Fazenda. Foto de Paulete MatosNa cerimónia de lançamento da sua candidatura à Câmara Municipal de Lisboa, Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda, defendeu que "tirar a câmara do marasmo impõe uma atitude política reivindicativa junto do governo", defendendo que a CML não pode ser "a Câmara do ámen ao governo". O candidato bloquista apresentou a sua candidatura como "uma força independente e de coerência entre afirmações e actos." Veja a galeria de fotos.

A cerimónia decorreu no miradouro de Santa Catarina ("Adamastor") nesta quinta-feira, e foi aberta pelo cantor Fernando Tordo, mandatário da candidatura. "Lisboa é um miradouro de onde o Povo observa os seus eleitos. Com o Luís Fazenda e o Bloco na CML queremos ver, haveremos de ver, uma capital ainda mais bela do que as grandes canções que a homenageiam, incansavelmente imaginadas por tantos nós, geração após geração", disse Tordo. "Uma cidade não é gente se não for, acima de tudo, a transcendência dos seus factores de sobrevivência, se não for uma cultura", acrescentou.

João Bau, cabeça de lista à Assembleia Municipal, fez um balanço negativo da gestão de António Costa, afirmando que esta "não esteve à altura das expectativas" criadas quando da sua eleição: "À esperança sucedeu a decepção", afirmou, lembrando que a reabilitação urbana da capital marca passo, que o PDM não foi revisto, como era seu compromisso, que não há uma política cultural para Lisboa. "É preciso devolver a cidade a quem nela vive", concluiu João Bau.

Na sua intervenção, Luís Fazenda defendeu um "castigo fiscal a sério" sobre os fogos devolutos, e a requisição temporária dos imóveis para fazer a necessária reabilitação. Por outro lado, para combater o excesso do automóvel na cidade, sustentou a necessidade do adiamento da valência rodoviária da terceira travessia do Tejo.

Para a requlificação da frente ribeirinha e responder ao "apelo do rio", opôs-se à proliferação de barreiras físicas e afirmou que a autarquia lisboeta "não pode ser o braço político dos negócios do governo com a Liscount."

Para a reabilitação da baixa lisboeta, defendeu a criação de um auditório popular e de centros de animação e comércio na baixa, opondo-se ao "policentrismo, inédito na Europa", teoria que "só conduziu ao desligamento da cidade".

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