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sexta, 29 maio 2009 15:37

Imposto proposto por Vital só poderia entrar em vigor em 2014

Comício em Leiria. Foto de Paulete MatosFrancisco Louçã denunciou esta quinta-feira em Leiria que o relatório citado por Vital Moreira para apoiar a sua proposta de um imposto europeu só poderia entrar em vigor em 2014, isto é, quando já tiver terminado o mandato do próprio Vital Moreira. "Assim é fácil fazer propostas", ironizou Louçã, "quando nem é possível prestar contas sobre elas."


"Vital Moreira andou dois dias atrapalhado com a ideia de um imposto europeu que não significasse aumento de impostos, e ao fim de dois dias lá encontrou um tal relatório que aparentemente foi também aprovado pelo PSD e que previa a possibilidade de transferir para a Europa um imposto cobrado nacionalmente", prosseguiu Louçã, num comício do Bloco de Esquerda em Leiria que reuniu mais de duas centenas de pessoas. "Mas eu fui ver o que dizia o relatório", disse. "E o que ele diz é que esse dispositivo só poderia ser aplicado em 2014, isto é, quando tiver acabado o mandato de Vital Moreira".

Vital Moreira, aliás, voltou a atrapalhar-se na campanha. Na mesma noite, anunciou triunfalmente a reabertura da mina de S. Domingos, encerrada nos anos 60 e que foi inundada pela empresa que a fechou, formando-se uma lagoa de águas ácidas que existe até os dias de hoje. Parecia assim muito difícil a reabertura em curto prazo da mina que, no afã de dar uma boa notícia, o candidato do PS se apressou a antecipar. Na verdade, Vital Moreira referia-se à mina de Aljustrel.

De confusões e trapalhadas estão a ser férteis os partidos do bloco central, disse Miguel Portas no comício de Leiria. E o eurodeputado voltou a insistir no programa Erasmus, tão falado por PS e PSD: ambos os partidos que agora tanto falam de Erasmus, contribuíram para a redução do seu orçamento.

Segundo Miguel Portas, o Orçamento comunitário de Outubro de 2005 previa 14.377 milhões de euros para a educação, dos quais 41% para o Erasmus. Mas em Maio de 2006 já era de 6.970 milhões de euros para a educação, dos quais 40% para o Erasmus.

Ao contrário desses partidos, disse Miguel Portas, as propostas do Bloco de Esquerda são claras, de justiça na economia.

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