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sábado, 30 maio 2009 17:37

"Quem votou no PS e se sente enganado deve hoje votar no Bloco"

Comício em Faro. Foto de Paulete MatosFrancisco Louçã apelou esta sexta-feira aos eleitores do PS que se sentiram enganados a votarem agora no Bloco de Esquerda, e alinhou um conjunto de razões para isso.

Louçã falou num comício em Faro onde intervieram também os candidatos Miguel Portas, Marisa Matias e José Manuel do Carmo.

O coordenador da comissão política do Bloco de Esquerda alinhou um conjunto de razões segundo as quais os eleitores socialistas não devem renovar o seu voto no Partido Socialista nestas eleições. Entre elas alinhou a irresponsabilidade do governo, que acusou de ter conspirado junto com Durão Barroso para não fazer o prometido referendo ao tratado europeu. Outro exemplo de irresponsabilidade foi o recente episódio da eleição do Provedor de Justiça, que terminou o seu mandato há quase um ano. "PS e PSD andaram este tempo todo a fingir que negociavam um nome, depois apresentaram cada um o seu candidato, e finalmente não resolveram o assunto nem na segunda volta da eleição", disse Louçã, lembrando que o Bloco apresentou um nome prestigiado, o do advogado Mário Brochado Coelho à primeira volta, que duplicou os votos da bancada bloquista, e na segunda volta votou em Jorge Miranda.

Outro motivo apresentado por Louçã para os eleitores do PS votarem no Bloco foi a insensibilidade social demonstrada pelo governo, nomeadamente na questão do desemprego. E citou a gaffe de Vital no apressado anúncio da reabertura da mina de S. Domingos, que afinal era de Aljustrel, lembrando que além de não saber onde a mina se situava, Vital também não sabe quantos empregos são: "Cem? Duzentos? Trezentos? Vital não sabe, e nem sabemos se se pode confiar no anúncio", disse, lembrando as sucessivas promessas não cumpridas da reabertura da mina desde o ano passado.

Outro motivo citado por Louçã foi a "roubalheira" citada por Vital nos casos BPN e BPP. "Pois claro que foi roubalheira", disse Louçã, para depois acusar o governo de José Sócrates de fazer "uma outra roubalheira para pagar a roubalheira" destes bancos.

Finalmente, Louçã citou citou um economista ligado a o PS, que anunciou recentemente que depois da recessão o governo terá de adoptar restrições orçamentais. "Quer dizer: não aprenderam nada, vão continuar a fazer tudo igual, a deixar tudo na mesma!", completou Louçã.

Antes, Miguel Portas passara em revista a ‘caminhada' do BE ao longo da campanha, e apelou a que as europeias constituam o início da construção do "fim da maioria absoluta do PS".

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