segunda, 05 outubro 2009 02:06

Participação e cidadania dão o mote à campanha no Barreiro

Jantar no Barreiro juntou centena e meia de apoiantes da candidatura. Foto Paulete MatosNo jantar da campanha, o candidato Mário Durval defendeu que o Barreiro "só poderá ser uma terra de progresso se deixar de contemplar o futuro de betão da terceira travessia do Tejo". Em seguida, Louçã disse que a corrupção pode ser travada se a lei impedir as mais-valias urbanísticas devido a actos administrativos.

 

Uma semana depois de ter ultrapassado a votação do PSD no concelho, os apoiantes da candidatura bloquista à autarquia barreirense organizaram o jantar de campanha que tem como objectivo a eleição de um vereador e o reforço do número de eleitos nos restantes órgãos do município.

Mário Durval defendeu a necessidade do Barreiro voltar a estar "na vanguarda da produção artística e cultural" e acabar com "a injustiça do silêncio" em relação à memória dos corticeiros, ferroviários e químicos que fizeram a história do Barreiro.

Francisco Louçã defendeu em seguida o combate a uma das formas mais importantes de corrupção em Portugal, a que resulta da especulação com o valor dos terrenos que através de um acto administrativo da Câmara ou do governo passam a ser urbanizáveis, dando exemplos recentes de casos em Gondomar e na Moita. "A especulação dá o dinheiro da corrupção", afirmou o deputado bloquista.

É por isso que Louçã anunciou no Barreiro que o Bloco voltará a apresentar uma lei que o PS e a direita chumbaram, embora esteja em vigor noutros países e faça mesmo parte da Constituição do vizinho estado espanhol. "O Bloco voltará a apresentar uma lei dos solos que garante que a mais-valia resultante da venda desses terrenos é taxada", de forma a que o vendedor não possa ter vantagem por causa da reclassificação de um terreno agrícola em terreno urbanizável.

 

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